Conclusão

 

 

Q

uando pensamos na existência desses sete erros apontados e em sua perniciosa influência na sociedade em que vivemos, uma pergunta surge em nossas mentes: como escolherão os jovens o caminho correto ante tais distorções que lhes deturpam a capacidade de entenderem as vicissitudes da vida e de compreenderem o comportamento de seus irmãos planetários? Essa compreensão e esse entendimento são as molas propulsoras dos sentimentos da caridade, do perdão, da tolerância e do amor ao próximo cuja carência se faz sentir em quase todos os rincões da Terra em nossos dias.

A resposta pode ser encontrada na engenhosidade com a qual fomos criados à semelhança de Deus. Assim sendo, por menos evoluídos que sejamos, a misericórdia divina conservou em nós algumas faculdades que findarão por abolir os sete erros citados. É tudo questão de tempo. Essas faculdades são:

Essas faculdades fazem com que sempre sejamos capazes de discernir entre o certo e o errado. É claro que os que já percorreram a maior parte do caminho da evolução terão maior capacidade de reagir ante o testemunho dos erros apontados. Tal reação não é fácil, todavia, pela componente de alteração do status quo de que se faz acompanhar. Todos apresentamos alguma quantidade de aversão a mudanças. Outros não compreendem o exato significado das palavras de Jesus constantes de Mateus 7:1 “Não julgueis para que não sejais julgados” e 7:2 “Porque com o juízo que julgardes sereis julgados, e com a medida que tiveres medido vos hão de medir a vós.”. Os mesmos pesos e medidas que empregamos para julgar os fatos que se nos apresentam também serão usados para nos julgar. Mas, isso não significa que não devemos julgar. Significa, isso sim, que o julgamento é apenas humano, a condenação, entretanto, pertence a Deus.

Considerando que Deus nos deu a faculdade de analisar fatos, é impossível que não os julguemos à luz de nossos usos e costumes. Assim, não é que não devamos julgar, mas sim que não devemos deixar que a condenação íntima das atitudes de nossos irmãos influencie nossa atitude para com eles. Esse é o significado de não julgueis para que não sejais julgados. A palavra julgamento deve ser entendida como ações que normalmente aplicam-se após os julgamentos e não como impedimento de exercermos nossa imprescindível análise dos fatos quotidianos da vida. Essa opção que todos fazemos frente às opções que a vida nos oferece é que garantirá o progresso constante do planeta e a melhoria da sociedade planetária, mesmo à revelia dos poderosos. Por amor à lógica, se não fosse o nosso julgamento, como poderíamos diferenciar o Bem do Mal ou julgar as árvores pelos seus frutos??????

Apesar desses sete erros e de todos os outros, o progresso continuará sendo uma inexorável lei do Universo.

 

“Aquele que desconsidera o fato”,

é um tolo.

Aquele que sacrifica a lógica no altar dos interesses,

é corrupto.

Aquele que se refugia no emaranhado dos dados,

pouco sabe.

Aquele que considera apenas o que veio antes,

nada cria.

Aquele que ajuda a perpetuar o que produz maus resultados,

é cúmplice.

Aquele que no falso crê,

muitos destorce.

Aquele que religa as coisas simples com lógica,

seja abençoado, pois faz brotar a luz na escuridão”.

ibatan

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